A leishmaniose é uma doença causada por um parasita protozoário do género Leishmania spp., o qual é introduzido no animal através da picada de um flebótomo infetado.
É uma doença importante porque o principal reservatório é o cão e pode afetar toda a população, sendo que as crianças com menos de 4 anos e os adultos com mais de 50 anos são os mais vulneráveis.
O risco de Leishmania aumentou nos últimos anos.
A presença da doença é constante em Portugal. Estes são os distritos com maior prevalência de Leishmania em cães:
Seroprevalence and Risk Factors Associated with Leishmania Infection in Dogs from Portugal. Maria Almeida, C. Maia, J. Cristóvão, C. Morgado, Inês Barbosa, Ruben Foj Ibars, L. Campino, L. Gonçalves, S. Cortes.
Seroprevalence and Risk Factors Associated with Leishmania Infection in Dogs from Portugal. Maria Almeida, C. Maia, J. Cristóvão, C. Morgado, Inês Barbosa, Ruben Foj Ibars, L. Campino, L. Gonçalves, S. Cortes.
A leishmaniose é vulgarmente conhecida como a “doença do mosquito” , mas na realidade o parasita é transmitido aos cães e às pessoas através da picada de um pequeno inseto voador chamado flebótomo.
Seroprevalence and Risk Factors Associated with Leishmania Infection in Dogs from Portugal. Maria Almeida, C. Maia, J. Cristóvão, C. Morgado, Inês Barbosa, Ruben Foj Ibars, L. Campino, L. Gonçalves, S. Cortes.
Nas zonas mais endémicas, mais de 26% dos cães são serologicamente positivos*.
A prevenção é fundamental para reduzir o número de casos de leishmaniose em cães e evitar o risco para as pessoas. Recomenda-se uma combinação de vacinação e aplicação de produtos insecticidas repelentes.
A vacina estimula o sistema imunitário, reduzindo o risco de desenvolvimento da doença e o aparecimento de sinais clínicos.
Proteja o seu cão durante todo o ano.
Consulte o seu médico veterinário para incluir a proteção contra a leishmaniose no protocolo de
vacinação e ao longo da vida do seu cão.
A leishmaniose pode ocorrer sem sinais clínicos ou com múltiplas apresentações clínicas, podendo mesmo levar à morte do animal. Por isso, os sinais clínicos devem ser monitorizados de perto. Os sinais clínicos mais comuns são os seguintes:
Nem todos os cães infectados por Leishmania spp. acabam por desenvolver a doença.